16.4.10

Religião e Morais



Ontem estive com uma amiga. Conversamos muito. Conversamos sobre coisas de mulher, coisas de família, trabalho, marido, conversarmos de filhos, de dinheiro, de balada, do passado. Conversamos do futuro, das expectativas, das frustrações da vida. E conversamos sobre religião. Religião e suas morais, e as morais criadas pela humanidade.

Como católica, espírita, kardecista ou qualquer religião que acredita em Deus, sabemos o que é certo e errado.

Sou uma pessoa do bem. Cheia de defeitos, em busca de um equilíbrio maior, de felicidade plena. Perfeição? Não existe. E por isso mesmo acredito que como ser humano estou aqui para evoluir.

O mundo muda a cada instante. E cada pessoa enxerga as coisas de um jeito. Por isso, não adianta. Uma mesma pergunta pode ter mais de uma resposta sim, pois, tudo vai depender de uma série de variantes, de cultura a educação, a vivências e traumas.

Por exemplo a Bíblia. Se a gente pára para pensar em tudo que está escrito ali, a gente se sente a pior das pessoas do universo. Ao mesmo tempo se vermos pelo outro lado, que somos seres humanos em constante evolução, e nao fazemos mal a ponto de matar, roubar; somos apenas pessoas buscando nossa felicidade...


Diante de tanta fome, injustiça, pobreza, doença, roubo, morte, será que o mais importante é ser um religioso que vai à Igreja todo domingo ou àquele que faz das boas ações, boas atitudes, e das boas palavras a sua condição de vida?

Para mim religiao é uma base. Com todo respeito. Uma base de pensamento, uma linha de raciocínio, um conceito a se seguir. Mas para mim ela é uma base. Não a sigo a risca. Eu faço a minha religião baseada no que é certo. É óbvio que o bom senso é a maior base de todas...não sou falsa moralista. Mas tento, na medida do possível, e na medida da minha imperfeição humana, ser uma pessoa boa e correta...

E é assim que eu sou. 

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